Quarto suspeito de participação na execução de família se entrega à polícia do DF

Investigadores encontraram as digitais de Carlomam dos Santos Nogueira no cativeiro onde a família foi mantida refém e nos carros usados por outros criminosos. Dez pessoas foram mortas. Quarto suspeito de participar da chacina do DF se entrega à polícia
O quarto suspeito de participar da chacina de dez pessoas de uma família do Distrito Federal se entregou nesta quarta-feira (25) à polícia.
Investigadores encontraram as digitais de Carlomam dos Santos Nogueira no cativeiro onde a família foi mantida refém e nos carros usados por outros criminosos.
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Na terça-feira (24) à noite, um adolescente de 17 anos foi apreendido e, segundo a polícia, confessou participação no sequestro. Ele disse que recebeu R$ 2 mil para vigiar a família no cativeiro.
Como não havia mais a situação de flagrante nem mandados válidos contra o rapaz, ele foi liberado. O delegado responsável pelo caso pediu a internação provisória do adolescente, e ele continua em liberdade aguardando a decisão da Justiça.
Até agora quatro pessoas foram presas suspeitas de participar do sequestro e morte das dez pessoas de uma mesma família. As primeiras vítimas foram encontradas no dia 13 de janeiro, carbonizadas dentro de um carro. Eram a cabeleireira Elizamar da Silva e os três filhos. Desde então, outros seis corpos foram encontrados pela polícia. Os últimos três estavam dentro de uma cisterna.
A principal linha de investigação da polícia é que o crime tenha motivação financeira. A polícia investiga também se outras pessoas participaram dos crimes. O advogado da família da cabeleireira Elizamar disse que os parentes dela estão sofrendo ameaças.
“Estão com medo, sim. Eu não posso falar sobre o teor da ameaça porque pode interferir nas investigações. Há indícios que sofreram ameaças. Eles estão com muito medo. São pessoas de poucos recursos que realmente precisam da proteção do Estado e uma resposta enérgica e rápida do Judiciário”, diz João Darc’s, advogado da família de Elizamar.

Fonte: G1 – CNN

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