Damien Chazelle, diretor de Babilônia, quer mais filmes que irritem as pessoas e dividam opiniões

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Com filmes como Whiplash e La La Land, o diretor Damien Chazelle conquistou tanto público quanto crítica especializada. Agora, sua nova produção, Babilônia, tem sido recepcionado com opiniões mistas. Com uma baixa bilheteria e apenas 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, Chazelle vê a recepção do filme como algo positivo. Em entrevista para o Insider, o diretor comentou que mais do que obras-primas, a indústria precisa de produções que dividem opiniões.

Ao ser questionado sobre como o que o público tem achado sobre seu novo filme, o diretor comentou que não dá muita atenção a isso. Para ele, quando o “cineasta termina o filme, o mesmo se torna da audiência e da mídia”.

Por isso, Chazelle revelou que não vê sentido em diretores e criadores indo atrás de críticas e as respondendo, pelo contrário, em sua opinião, “toda visão sobre seu filme é legítima”, inclusive as negativas.

Pôster de Babilônia traz Margot Robbie

Mas, o que se destaca em Babilônia é como nenhuma opinião parece definitiva. Com um grande elenco e três horas de duração, o longa dividiu o público nos Estados Unidos e promete fazer o mesmo no Brasil. Já sobre essa divisão do público, Damien deixa claro que Hollywood precisa de mais discussões como esse.

“Mas é bom ter algo que estimula conversas e debates e muitas opiniões ousadas de ambos os lados. Nós sabíamos que o filme iria agitar as coisas e deixar algumas pessoas zangadas e eu acho que isso é bom. Mais filmes deveriam fazer isso”, explicou.

Com Margot Robbie, Brad Pitt, Tobey Maguire, Phoebe Tonkin e mais, Babilônia segue a ascensão e queda da Hollywood dos anos 20.

Babilônia está disponível somente nos cinemas.

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Fonte: Legião dos Heróis – Observatório do Cinema – Legado da Marvel – Legado da DC – O Vício

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